Thursday, March 30, 2006
Edifício Suite Vollard

   O jantar com o dormitório ao fundo. Os ambientes interagem pela ausência de paredes.    Dormitório
   Ao girar, os ambientes podem ser posicionados em frente a lareira ou hidromassagem com um simples toque     O formato redondo da planta não comprometeu a ambientação

   A sacada circunda todo o apartamento proporcionando a ausência de paredes na fachada.      Nas esquadrias, o grande número de aberturas permite acesso fácil à sacada.

Posted at Thursday, March 30, 2006 by arquinorma
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RODA VIVA - Se até o mundo gira...

Poderia ser nos Estados Unidos, país de arranha-céus desafiadores, em Dubai, emirado conhecido por sua arquitectura revolucionária como o Hydropolis, o primeiro hotel submerso do mundo ou em Kuala Lampur, Malásia, terra do famoso Petronas Tower mas não é. A arrojada construção está no Brasil, mais precisamente em Curitiba.
Erguida pela Moro construção civil, empresa há 21 anos no mercado, a torre com 11 andares foi entregue no final do ano passado e está localizada na parte alta de Ecoville região nobre da capital paranaense.
“A escolha do terreno foi essencial para o sucesso do projecto. Ele (o prédio) fica numa área com visão privilegiada do entorno, que graças ao plano director de Curitiba possui edificações bem afastadas umas das outras”, explica João Carlos Peters, diretor de marketing e negócios da construtora.
Projecto do arquitecto Bruno de Franco, os apartamentos do Suíte Vollard ficam sobre plataformas independentes e giram 360 graus, nos dois sentidos - horário e anti-horário - consumindo 60 minutos para completar a volta, tudo com um simples toque na tela de controle da unidade ou por comando de voz. Ainda é possível controlar a iluminação, a climatização e até a hidromassagem.
Através de um avançado sistema, o movimento é monitorizado por computador e sua velocidade regulada pelo usuário. Uma plataforma metálica de 89 m2 foi estruturada lateralmente por montantes metálicos verticais fixados na sua base; a parte superior é acoplada telescopicamente a uma guia curva fixada na laje, possibilitando o giro da vedação lateral em conjunto com a plataforma.
O movimento de rotação foi assegurado por um sistema de engrenagens dentadas e correntes de rolo.
“Investimos aproximadamente 1,5 milhões de dólares no desenvolvimento de novas tecnologias de construção com o objectivo de melhorar a qualidade de nossas obras, buscando o que há de mais avançado na construção civil, sempre”, diz João Carlos.
Os apartamentos, todos redondos, de aproximadamente 280 metros quadrados estão divididos internamente em 4 quadrantes com uma porta cada, ligados ao eixo central fixo onde fica a lareira, os banheiros e a cozinha.
“Proporcionamos a comodidade de levar o quarto até a frente da lareira, acompanhar a movimentação do sol, do nascente ao poente ou simplesmente mudar a paisagem externa dos ambientes”, finaliza Peters.
Os ambientes são circundados por uma varanda contínua e a fachada não possui alvenaria o deixando o volume muito mais leve.
Segundo o arquitecto Bruno de Franco uma verdadeira fachada-cortina foi construída com esquadrias de materiais resistentes de alta tecnologia, fixadas na estrutura metálica giratória do piso e do tecto. “O resultado foi fantástico, e anulou problemas com ruído ou estanqueidade. A fachada do Vollard exigia um material maleável para que tivesse, também, resistência estrutural, encontramos a melhor solução no PVC, que agrega leveza, desempenho e resultado estético", observa ele.

Ao girar, os ambientes podem ser posicionados em frente a lareira ou hidromassagem com um simples toque


A sacada circunda todo o apartamento proporcionando a ausência de paredes na fachada.  Nas esquadrias, o grande número de aberturas permite acesso fácil à sacada.

O jantar com o dormitório ao fundo. Os ambientes interagem pela ausência de paredes. Acessando o menu o morador controla também a hidromassagem.

>O apartamento circular se sobressai a volumetria do conjunto arquitectónico.   Na tela pode-se accionar o movimento giratório, sua velocidade e o sentido horário ou anti-horário. Alta tecnologia... 

 

 

 

 

O arquitecto Bruno de Franco
autor do projecto e a obra


O Suite Vollard é o primeiro edifício residencial do mundo com apartamentos giratórios. Isso se deve ao grande investimento em tecnologia de construção feito pela Moro Construção Civil.
Com 11 andares o prédio vira uma página na história da arquitectura e engenharia nacional e põe à prova a tecnologia brasileira. NOTA: « As fotos à seguir são de propriedade da Moro Construção Civil, previamente autorizadas para a sua publicação ».
O Suite Vollard é o primeiro edifício residencial do mundo com apartamentos giratórios. Isso se deve ao grande investimento em tecnologia de construção feito pela Moro Construção Civil.


Sobre plataformas e um avançado sistema de correias os apartamentos giram independentes uns dos outros. Para dar uma volta inteira consomem 60 minutos.   ...e no volume rectangular estão a escada de incêndio, o hall e os elevadores. 

Posted at Thursday, March 30, 2006 by arquinorma
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Thursday, July 21, 2005
Wright

Frank Lloyd Wright (1867-1959)
 

 


O homem o Arquietecto e Obra

Wright estudou engenharia entre 1885 e 1887, na Universidade do Wisconsin, Madison. Em 1898 entrou para o atelier de Dankmar Adler e Louis Sullivan, onde trabalhou principalmente em residências, não tardando a exercer funções como independente.
Em 1889, mudou-se para atelier próprio, em Oak Park, nos arredores de Chicago. Em 1893, constituiu uma sociedade temporária com Cecil Corwin, até que abriu finalmente um atelier apenas seu.
Com a Casa Winslow, em River Forest, Illinois, em 1894, iniciou a série de "Casas da Pradaria", sendo a Casa Robie, em Chicago, uma das mais aclamadas.
Em 1909, Wright fez uma viagem à Europa, onde se tornou muitíssimo influente na arquitectura devido à exposição da sua obra em Berlim.
Ao regressar à América, em 1911, construiu a sua Casa Taliesin.
De 1915 a 1922, concebeu uma nova estrutura técnica, em colaboração com A.Raymond, para proteger os edifícios de terramotos e utilizou-a no Hotel Imperial, em Tóquio.
Um dos seus projectos mais habilidosos foi a Casa Fallingwater, na Pensilvânia (1935-39), construída na encosta de um penhasco, mesmo por cima de uma queda de água.
Durante a Grande Depressão, Wright imaginou um novo tipo de residência, conhecida por Casa Usoniana, uma habitação baixa, económica e independente, que foi executada em muitas variantes.
De 1936 a 1950, desenhou e construiu a sede para a firma de produtos químicos S.C.Johnson & Son, em Racine, Wisconsin.
Pouco depois construiu o seu único arranha-céus, a Torre Price, em Oklahoma (1953-56).
O arquitecto apreciava também as formas invulgares: usou uma espiral para o Solomon R. Guggenheim Museum, em Nova Iorque (1956-59), e uma estrutura tipo tenda, de aço, vidro e materiais sintéticos, para a Sinagoga Beth Sholom, em Filadélfia (1958-59).
Wright tem cerca de 800 edifícios contruídos, dos mais de 1000 que desenhou, além de inúmeros artigos e livros, onde expõe as suas ideias de uma arquitectura orgânica na América.


Posted at Thursday, July 21, 2005 by arquinorma
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Monday, February 07, 2005
Imagens


Posted at Monday, February 07, 2005 by arquinorma
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Wednesday, January 05, 2005
Construir coisas...

Diz-se que uma das coisas mais impressionantes da música de Johann Sebastian Bach é a sua “arquitectura”. A sua construção produz a impressão de algo claro e transparente. É possível seguir, um a um, os elementos melódicos, harmónicos e rítmicos dessa música, sem perder com isso, a percepção da composição como um todo, onde toda a particularidade encontra o seu sentido. Uma clara estrutura subjaz à obra e, se seguirmos cada um dos fios do tecido musical, poderemos desocultar as regras que determinam a estrutura construtiva da música.
 A construção é a arte de configurar um todo com sentido a partir de muitas particularidades. Os edifícios são testemunhos da capacidade humana de construir coisas concretas.

 
 [Peter Zumthor, Pensar la Arquitectura, Editorial Gustavo Gili, Barcelona, 2004

Posted at Wednesday, January 05, 2005 by arquinorma
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Wednesday, September 15, 2004
Parcerias


 

 
"Para saber é necessário aprender e, para aprender é necessário fazer.
  Infelizmente para nós, a cultura portuguesa é muito fechada a os arquitectos portugueses demasiado ciosos do seu trabalho a muito convencidos do seu saber.
  Trabalhar em parceria com alguém como o Arqtº Terry Farrell, o Arqtº Juan Busquets, ou o Arqt" Alcino Soutinho entre tantos outros, é uma experiência tão rica e tão intensa que só quem passou por ela a pode compreender.
  As parcerias são para o arquitecto uma forma única de adquirir conhecimentos, trocar experiências e discutir soluções [...].
  É necessário estar atento e ser eficaz pois as parcerias não são muletas, são momentos de partilha de ideias, experiências, vivências e até conflitos. Aprender é a palavra chave, mas o respeito e a amizade só se constroem com partilha.
  Existem projectos em que as sinergias a as valências de cada um contribuem para a qualidade do todo.
  Tive e tenho a felicidade de trabalhar com gente que representa o que de melhor há no mundo da arquitectura. Nos últimos 5 anos partilhei 2 dezenas de projectos com companheiros fantásticos que me ajudaram a aprender e me ajudaram a fazer. Acredito que, no mundo de hoje, as diferenças políticas, económicas, sociais e culturais podem ser ultrapassadas com a escolha dos parceiros certos.
  Portugal e os Portugueses não podem desperdiçar as oportunidades que o mercado lhes traz e têm de estar preparados para encontrar as parcerias que lhes possibilitem trabalhar com sucesso em Portugal e no estrangeiro."
 
"Knowledge comes from learning. and learning is the result of doing.
  Portugal has the misfortune to have a closed culture and Portuguese architects are often jealous of their work or overly proud of their skills.
  To work with architects like Terry Farrell, Juan Busguets or Alcino Soutinho is a rich and intense experience which only those who have done it can understand.
  Partnership is the architect's only way of learning. Sharing experience and discussing possible solutions [...].
  Architects need to be careful and effective, as partnerships should not be a crutch, but an opportunity to share ideas, experience, attitudes and, at times, conflict., Learning is the key, but respect and friendship only come through learning.
  There are projects where each partner complements the other, helping to raise the overall quality of the work.
  I have had the good fortune to work with people who represent the best of architecture. In the last five years 1 have collaborated on some twenty or more joint projects with wonderful colleagues who have helped me to learn and helped me to do my work. I believe that in today's world, political, social and cultural differences can be overcome by choosing the right partners.
  The Portuguese cannot afford to miss the opportunities presented by the market and have to be prepared to forge partnerships which will enable them to work successfidly in Portugal and abroad."

in "Miguel Correia, 1987-1997, 10 Anos de Arquitectura - 10 Years of Architecture"
Estar-Editora, Lda. 1998


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© Ideias do Futuro, SA 2001


Posted at Wednesday, September 15, 2004 by arquinorma
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Saturday, August 28, 2004
Bilbao


 
 Tinham-me dito que Bilbau era uma cidade feia. Por cidade feia entendia uma cidade repulsiva, desagradável. Não é. Bilbau é uma cidade sem interesse, chata, sem beleza, sem surpresas. Apesar de não ser feia é totalmente anónima. Nada ficará gravado na memória de quem por lá passa. A malha é regular, ortogonal, com algumas diagonais, umas praças e rotundas tranquilamente inseridas. A construção é de boa qualidade, e a arquitectura média também. «Prédios de rendimento» bem conseguidos. Cromaticamente pouco heterogénea, com o tijolo sempre presente.
 Chega-se facilmente ao museu. Bilbao implanta-se junto ao rio, numa área especialmente acidentada topograficamente. Desce-se durante uns bons 20 quilómetros em autoestrada. A placa que diz «Bilbao/Bilbo» surge; continua-se a descer. Pouco depois de a cidade se ter anunciado (já estamos em Bilbao), e com pouco esforço de orientação tendo em vista que nada se conhecia, o museu apresenta-se, naquele enfiamento de rua, como uma inevitabilidade pacífica (afinal, fomos a Bilbau para vê-lo, nada mais). Exactamente como nas fotografias. E fica-se com água na boca a sonhar com um hipotético dia em que se chegaria a Bilbao sem saber que ele lá estava. Para que o seu famoso «efeito» fosse real; para que o fenómeno fosse nosso.
 
 

Posted at Saturday, August 28, 2004 by arquinorma
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Monday, August 09, 2004
-/-

"Se eu vi mais longe que outros é porque estive aos ombros de gigantes."

(Newton, cit in Bell, Men of Mathematics, 1986: p.93)


Posted at Monday, August 09, 2004 by arquinorma
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